Nas gravuras indianas, deuses costumam aparecer em pé ou sentado sobre a flor. Isto ocorre com as representações do deus elefante (Ganesha), Lakshmi — a deusa da prosperidade — e Shiva, O destruidor. Krishna têm a seus pés algumas flores de Lótus, que são chamados pada-kamala (pés-de-Lótus). A tradição budista nos relata que quando Siddhartha (que mais tarde se tornaria o Buda) tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Representa, assim, que cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Tanto que o conhecimento espiritual supremo é comparado ao florescimento do Lótus de mil pétalas no topo da cabeça, como é chamada a expansão do chakra coronário, e seria o equivalente à auréola dos santos da Igreja Católica
"Nalini" é um nome indiano que literalmente traduz a "flor de lotus" do sânscrito. A flor de lotus tem um significado especial no hinduismo pois simboliza a pureza e beleza, além de ser uma flor que brota das águas lamacentas. Tudo isso representa que a beleza pode emergir nas mais difíceis e obscuras circustâncias. Pode-se encontrar também uma tradução de Nalini para "gayatri", que significa "Mãe dos Vedas". Os vedas representam as antigas escrituras hindu. Outra tradução ainda é "Mãe do Conhecimento"
"nascer, crescer, com seu potencial único e rara beleza... o mundo pode ser comparado ao lodo, confuso, sujo porém fértil, nos dando condições para a evolução nós podemos ser equiparados à flor de lótus, e assim como elas, precisamos de rápidas adaptações às novas condições precisamos ser resistentes.. ela se fecha ao anoitecer, submerge para a escuridão do lodo e se ergue no dia seguinte para a superfície das águas, imaculada, em seu estado original. em todas as mudanças no ciclo da vida temos que abandonar atitudes anteriores, enfrentar novas exigências e explorar as oportunidades que na vida se fazem presentes diante de Nós."

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